Source: Infomoney

Empresas combinam tecnologias que dão segurança às chaves privadas de carteiras de criptomoedas utilizadas por instituições financeiras

 

A fintech anglo-brasileira especializada em infraestrutura blockchain Parfin anuncia nesta segunda-feira (7) o reforço de sua oferta de custódia de ativos digitais para bancos por meio de parceria com a Dinamo Networks, especialista em segurança digital e conhecida por ajudar a melhorar a segurança de várias soluções financeiras conhecidas do brasileiro, como Nota Fiscal Eletrônica, processamento de cartões e o Pix.

Pelo acordo, a Parfin adiciona no seu portfólio a tecnologia da Dinamo de proteção e gerenciamento de chaves digitais, que são as “senhas” utilizadas para autenticar transações de criptomoedas – na prática, portanto, dão ao detentor a posse sobre os ativos vinculados a ela.

A tecnologia, chamada HSM, executa assinaturas digitais, autenticação forte e outras funções criptográficas avançadas, de modo a proteger as chaves de possível interceptação por hackers. A solução, diz a empresa, é uma das mais usadas por instituições financeiras no mundo e conta com aval do National Institute of Standards and Technology (NIST), o mais importante órgão de segurança americano.

A HSM se soma à tecnologia de descentralização do segredo das chaves que já era ofertada pela Parfin para clientes institucionais. Chamada de MPC, ela distribui os dados em diversas entidades e cada uma pode possuir diferentes camadas de segurança, controles operacionais e partes distintas do segredo – a perda de uma “parte” deste segredo, portanto, não coloca em risco o todo.

A fintech anglo-brasileira especializada em infraestrutura blockchain Parfin anuncia nesta segunda-feira (7) o reforço de sua oferta de custódia de ativos digitais para bancos por meio de parceria com a Dinamo Networks, especialista em segurança digital e conhecida por ajudar a melhorar a segurança de várias soluções financeiras conhecidas do brasileiro, como Nota Fiscal Eletrônica, processamento de cartões e o Pix.

Pelo acordo, a Parfin adiciona no seu portfólio a tecnologia da Dinamo de proteção e gerenciamento de chaves digitais, que são as “senhas” utilizadas para autenticar transações de criptomoedas – na prática, portanto, dão ao detentor a posse sobre os ativos vinculados a ela.

A tecnologia, chamada HSM, executa assinaturas digitais, autenticação forte e outras funções criptográficas avançadas, de modo a proteger as chaves de possível interceptação por hackers. A solução, diz a empresa, é uma das mais usadas por instituições financeiras no mundo e conta com aval do National Institute of Standards and Technology (NIST), o mais importante órgão de segurança americano.

A HSM se soma à tecnologia de descentralização do segredo das chaves que já era ofertada pela Parfin para clientes institucionais. Chamada de MPC, ela distribui os dados em diversas entidades e cada uma pode possuir diferentes camadas de segurança, controles operacionais e partes distintas do segredo – a perda de uma “parte” deste segredo, portanto, não coloca em risco o todo.

“Agora o institucional não precisa ficar no dilema entre uma ou outra solução. Com a parceria, combinamos a oferta das duas ferramentas que unem confiança, credibilidade e um alto nível de segurança, coberto em diversas camadas. É o melhor dos mundos”, comenta Marcos Viriato, CEO da Parfin.

“Apesar de moderna e ultra tecnológica, a tecnologia MPC ainda não é conhecida de grande parte do mercado financeiro tradicional. Já o HSM faz parte da rotina dessas instituições e tem grande adesão. Com isso, agregamos valor para a solução que ofertamos ao mercado”, completa o executivo.

Fundada em 2019 pelos executivos Marcos Viriato, Cristian Bohn e Alex Buelau, a Parfin oferece uma plataforma que conecta investidores institucionais aos diversos players do mercado de criptomoedas, como exchanges, bancos e custodiantes. Atualmente, trabalha por exemplo em parceria com o Santander no desenvolvimento de um projeto de negociação de veículos via blockchain.

A Parfin captou, em dezembro de 2021, R$ 34 milhões em investimento liderado fundo de venture capital Valor Capital Group. Meses antes, a empresa havia levantado R$ 8 milhões.

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